Agora percebo que a Bíblia tem lá a sua razão também. Li, faz um tempo já, que os cientistas estão agora estão desenvolvendo um equipamento capaz de recriar o ambiente do "Big Bang". Uma criança no Oriente Médio suicidou-se ao assistir a matéria na TV. A questão é, para que fazer isso? Porque recriar isso? Porque ter um celular que bate foto, tem TV grava vídeos, tem jogos e conecta-se a Internet? Aonde toda essa tecnologia vai nos levar?
Será que alguém nunca parou pra pensar se todo o que foi transformado industrialmente (navios, carros, estruturas de prédios, materiais eletrônicos) se tudo isso, voltasse a ser o que era antes de conhecer a sociedade humana, como o mundo seria?
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
Teoria do Som Automotivo
Essa mania dos jovens, geralmente do sexo masculino, entre 16 e 30 anos de "personalizar" os seus carros, com um Sistema Sonoro que provavelmente em 5 ou 6 anos os deixará com sérias sequelas por causa do alto nível de decibéis tem uma provável explicação. Depois de pensar, pensar e repensar e pensar de novo cheguei a uma conclusão. Para entendermos esse comportamento, precisamos nos transportar aos anos da escola, quando esse jovem não conseguia a atenção necessária de seus amigos, muito menos das meninas da sala de aula, e em casa seus pais não podiam lhe dar a devida atenção pois estavam preocupados com o seus trabalhos, para conseguirem manter a sua vida do jeito que ela está. Sendo assim, esses meliantes decidiram que no seu futuro iriam dominar o mundo e finalmente conseguir a sua, tão desejada, atenção. Eis que veio a puberdade e a adolescência, e por causa de um problema genético ficaram frustrados ao descobrir que seu pênis era monstruosamente pequeno em relação a média dos japoneses, e acrescentando alguns problemas psicológicos eis que vem a crise. Crise de ter medo, de não ter algo bom para oferecer às mulheres, seja na parte da personalidade ou na parte externa tbm. =/ pobre garoto, o que fazer? Nem ele sabia. Um dia caminhando por uma avendia, viu um cara bonitão(pelo menos o carro dele o fazia parecer para todas as 5 belas moças que sabiam aproveitar oportunidades na hora certa) mais 5 moças, rindo, aparentando ser muito feliz com a sua vida, e um som que tremia todo o carro tocando aquele funk carioca muuuito bagaçeiro e que as moças estavam amando. Então o jovem viu uma luz no fim do túnel. Comprou um carro popular, e gastou 70% do valor do carro no som, tudo em suaves 120 prestações. Era impossível ver alguém mais feliz do que aquele jovem, que mesmo de pinto pequeno e problemas psicológicos, conseguiu uma olhadinha de canto de olho da 4ª moça mais bonita, das que estavam no carro, daquele que foi sua inspiração. Veja que coisa boa, ele ainda incentivou o seu fonoaudiólogo a comprar uma casa na praia, pois não tão cedo ele iria melhorar dos seus problemas de surdez. Dedico este texto aos Jovens que colocam Super Som nos seus carros.
William Tasca
William Tasca
sábado, 17 de janeiro de 2009
Amigos
De uma coisa tenho certeza. Amigos são, sem sombra de dúvida, a base para qualquer outro tipo de ralacionamento que tenhamos, assim como a famíllia. Mas os relacionamentos que temos com os nossos amigos, nos dão uma base muito forte para nos aventurarmos em outros tipos de relacionamentos. Não tem como uma pessoa viver sem ter amigos, e se já te disseram que isso é possível, podes ter certeza que, quem te disse não é feliz e nunca irá descobrir o que é felicidade, não existe dinheiro no mundo capaz de pagar uma risada entre amigos, uma volta seja a pé ou de carro, ou simplesmente aquela conversa que sempre nos deixa pra cima. Não vou parar pra ficar definindo todos os tipos de amigos que existem, acho que cada um deve saber o que considera amigo ou não. Existem também os conhecidos, esses são muitos, mas os amigos que tão sempre do nosso lado, esses sim, são poucos mas tem uma qualidade que é insubstituível. A amizade verdadeira, pode sim, nascer de uma conversa num bar entre dois bêbados. Ou também pode nascer na simplicidade de uma conversa numa fila de espera, ou numa sala de aula, seja no colegial ou na faculdade. Amizades boas nascem aonde menos esperamos às vezes, num balcão de padaria, numa ligação de tele-entrega, enfim em qualquer lugar. Creio, na minha infinita ignorância, que amizades dependem muito da confiança de nos abrirmos para outra pessoa. Você pode escolher entre contar algum segredo ou história sua para outra pessoa, ou não, apenas fingir que está gostando de conversar com ela e achar suas histórias fantásticas.
Para finalizar, AMIGOS SÃO IMPORTANTES.
William Tasca
Para finalizar, AMIGOS SÃO IMPORTANTES.
William Tasca
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Fast post
Uma conto rápido. Ontem fui ao velório do senhor Albino Tasca, cujo nem conhecia, mas é parte da família. Bom o ato funebre foi como todos outros tantos, mas numa conversa bem descontraída na sombra de uma grande árvore ouvi algumas sabias frases. Os velhos ou pessoas de idade que tem mais probabilidade de pegar sérias doenças e de ter sérios problemas médicos gastam fortunas de uma vida de trabalho, em tratamentos e medicamentos para viver apenas mais um pouquinho, alguns anos talves ou meses. E os que deviam estar esbanjando saúde e vontade de viver cada vez mais, aproveitar tudo o que a vida lhes oferece, se estragam e viram verdadeiros idiotas que não conhecem a beleza chamada vida. Existe uma grande fronteira entre se divertir com os amigos e trabalhar para sustentar um vício.
A outra frase diz que o senhor disse mais ou menos assim, quando se tem 15 anos agente acha que os de 16 são velhos, quando se tem 20 agente acha que os de 40 são velhos, quando se tem 40 agente acha que os de 60 são velhos, e assim sucessivamente. Ou seja, nunca estamos satisfeitos com a nossa idade. E não nos demo conta de que quando menos esperamos já estamos envelhecidos, e daí reclamamos que nossa vida passou muito depressa e não tivemos tempo para aproveitar tudo o que tinhamos em mente.
William Tasca
A outra frase diz que o senhor disse mais ou menos assim, quando se tem 15 anos agente acha que os de 16 são velhos, quando se tem 20 agente acha que os de 40 são velhos, quando se tem 40 agente acha que os de 60 são velhos, e assim sucessivamente. Ou seja, nunca estamos satisfeitos com a nossa idade. E não nos demo conta de que quando menos esperamos já estamos envelhecidos, e daí reclamamos que nossa vida passou muito depressa e não tivemos tempo para aproveitar tudo o que tinhamos em mente.
William Tasca
domingo, 11 de janeiro de 2009
Some news
Pois eis que nesta semana percebi, através de pensamentos, de como o ego de uma pessoa pode acabar com suas conquistas e fazer com que todos ao seu redor se quebrem por causa disto. Algumas pessoas são capazes de a todo momento pensar que as pessoas que as rodeam querem o seu mal e derrubar toda a sua moral e os seus sonhos. É incrível que eu nunca tivesse tido a percepção de quanto isso é perigoso para o bem geral, uma pessoa assim estraga o cesto de belas frutas, até mesmo se fossem pérolas. Pessoas assim são incapazes de aceitar críticas e de ouvir outras opiniões a respeito de qualquer coisa. De onde eu venho isso se chama "testa grossa" ou "sucón". Não faço a mínima idéia de como se resolve esse tipo de problema, se é que existe alguma solução ou se é apenas mais um daqueles problemas que agente apenas aprende a conviver e a desviar.
Outra coisa de que "re-descobri" essa semana é de como aquela pessoinha que é a primeira coisa que eu penso ao acordar e a última que eu penso ao dormir, faz falta. Já sabia dessa coisa chamada saudades da experiência de ir viajar sem ela. Algumas vezes eu acho que tenho câncer perto do coração, porque a dor que dá nesta região é muito forte para alguém que gosta tanto. O pior é que isso só o tempo vai fazer amenizar, e depender do tempo nunca é coisa boa, pois ou ele é muito curto ou muito longo, mas vou deixar para falar de tempo em outro post. Só sei que dói. Sem falar que fico todo perdido na rotina e no que fazer quando não se tem o que fazer. As músicas são as mais deprimentes possíveis, que se na letra tiver algo muito romântico, parece que engoli um caroço de abacate, o famoso nó na garganta. Mas acho que sobreviverei afinal dezesseis dias não são muita coisa, sou mais forte que isso.
William Tasca
Outra coisa de que "re-descobri" essa semana é de como aquela pessoinha que é a primeira coisa que eu penso ao acordar e a última que eu penso ao dormir, faz falta. Já sabia dessa coisa chamada saudades da experiência de ir viajar sem ela. Algumas vezes eu acho que tenho câncer perto do coração, porque a dor que dá nesta região é muito forte para alguém que gosta tanto. O pior é que isso só o tempo vai fazer amenizar, e depender do tempo nunca é coisa boa, pois ou ele é muito curto ou muito longo, mas vou deixar para falar de tempo em outro post. Só sei que dói. Sem falar que fico todo perdido na rotina e no que fazer quando não se tem o que fazer. As músicas são as mais deprimentes possíveis, que se na letra tiver algo muito romântico, parece que engoli um caroço de abacate, o famoso nó na garganta. Mas acho que sobreviverei afinal dezesseis dias não são muita coisa, sou mais forte que isso.
William Tasca
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Senso Crítico
Poderia citar inúmeros exemplos de casos aonde so meios de comunicação ganham dinheiro fácil enganando as pessoas, dizendo que o que elas estão ouvindo é música, e ainda dizem "qualidade é só aqui". Não estou me referindo a gostos musicais e sim sobre alienação que polui nossas mentes, e o pior de tudo é que aceitamos como se fossemos meras estatísticas sem nenhuma ação atuante sobre o cotidiano de nossas vidas. Não importa que esteja ouvindo música clássica, ou apenas DJ's apertando o play, temos que ter o discernimento de saber o que é bom e o que é ruim, não apenas ficar olhando a mídia no geral, empurrando para nós qualquer coisa que aparecer. Acho que este é um dos grandes problemas da "nossa" sociedade, todo mudo está apenas esperando que alguém faça alguma cosia a respeito de tudo, mas ao invés de tomarem iniciativas, simplesmente esperam, algumas vezes a vida toda. Percebi isso desde o meu primeiro ano no ensino médio até o terceirão, são raros os casos que as pessoas tomam alguma iniciativa para expor suas idéias, seja nos debates das aulas de religião ou nas conversas com os amigos. Enfim, não podemos simplesmente aceitar tudo, pense e exista pois a vida é curta de mais para não ser aproveitada.
William Tasca
William Tasca
domingo, 4 de janeiro de 2009
De volta
Bom, depois de um tempo viajando e conhecendo outros lugares, etnías e ideias(agora sem acento), eis que volto a escrever aqui neste meu refúgio, nesse confesso que não sei se vai acento ou não. Quando me deram a notícia de ir para São Paulo logo pensei, uau!!
Mas para minha surpresa ao chegar lá vi que as coisas não são bem assim. Percebo agora o que significa o quando dizem "o estresse de São Paulo". Se já não bastasse a imensa densidade de pessoas vivendo no mesmo metro quadrado, os veículos também se tornar causadores de grande dor de cabeça. Sem contar que a cada quinze segundos ou menos temos o grande prazer de receber aquela buzinadinha dos motociclistas, e como isso irrita. Nas duas horas que passamos pela Rodovia que segue o Rio Tietê pensei em matar uns 30 caras, mas pensei mesmo. Se eu vivesse nessa cidade com certeza estaria numa cadeia populosa.
Uma vez li que sobre o Velho e Bom Tietê, sobre sua poluição e seu cheiro, pensei, "ah! Devem estar fazendo tempestade em copo d'água, por causa de umas sujeirinhas." Antes fosse, a verdade é bem mais cruel do que isso, o cheiro constante é insuportável. Mais ou menos a cada 50 metros da para notar os sacos de lixo jogados pelos moradores próximos, e o mais saboroso de tudo, esta maravilha moderna está a céu aberto, poluindo ainda mais o ar que respiramos, que já é quase "inespirável". Espero que a cidade seja melhor do que isso, porque se não, acabei de descobrir o princípio de nosso fim.
William Tasca
Mas para minha surpresa ao chegar lá vi que as coisas não são bem assim. Percebo agora o que significa o quando dizem "o estresse de São Paulo". Se já não bastasse a imensa densidade de pessoas vivendo no mesmo metro quadrado, os veículos também se tornar causadores de grande dor de cabeça. Sem contar que a cada quinze segundos ou menos temos o grande prazer de receber aquela buzinadinha dos motociclistas, e como isso irrita. Nas duas horas que passamos pela Rodovia que segue o Rio Tietê pensei em matar uns 30 caras, mas pensei mesmo. Se eu vivesse nessa cidade com certeza estaria numa cadeia populosa.
Uma vez li que sobre o Velho e Bom Tietê, sobre sua poluição e seu cheiro, pensei, "ah! Devem estar fazendo tempestade em copo d'água, por causa de umas sujeirinhas." Antes fosse, a verdade é bem mais cruel do que isso, o cheiro constante é insuportável. Mais ou menos a cada 50 metros da para notar os sacos de lixo jogados pelos moradores próximos, e o mais saboroso de tudo, esta maravilha moderna está a céu aberto, poluindo ainda mais o ar que respiramos, que já é quase "inespirável". Espero que a cidade seja melhor do que isso, porque se não, acabei de descobrir o princípio de nosso fim.
William Tasca
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