quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Sonhos

Esse é um tema que é quase um clichê. Mas é sempre bom falar sobre ele, na verdade eles. Sonhos motivam as pessoas mais do que qualquer coisa no mundo eu acho. Quantas vezes me pego viajando nos meus sonhos em plena prova geral que vale o semestre ou o ano. Os nossos anseios nos faz sempre dar um passo a mais do que o esperado, as vezes mais até mesmo do que nos mesmos esperamos. Nossas vidas são fortemente influenciadas por eles, com eles, na nossa infância sonhamos em ser Super Heróis, na nossa adolescência sonhamos em ser RockStars ou simplesmente independentes dos pais, na nossa juventude sonhamos com a nossa faculdade e com a nossa vida pós-estudos. Não sei dizer se na idade avançada continuamos sonhando como na infância, talvez nessa idade, tenhamos nos tornado os Super Heróis dos nossos netos, bisnetos.
Mas o mais importante é que sempre que sonhamos, parece que uma chama se acende dentro de nós, mesmo quando as coisas parecem totalmente perdidas, quando agente sonha com o que vem após isso tudo, nosso coração bate mais forte, nosso cérebro trabalha mais rápido, nosso raciocínio fica mais ágil e o mais importante de tudo. Nossos olhos brilham com uma intensidade capaz de cegar até o próprio desafio. Sonhos realmente funcionam. Mas não adianta apenas sonhar, deve-se correr atrás de tudo que agente mais anseia na vida. Sonho todos temos, mas o que faz a diferença é de como agente corre atrás deles. Até a próxima postagem e sonhe bastante.
William Tasca

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Sonho de um Funeral

Mãe.
Agora que está lendo esta carta sobre meu corpo quero que atenda todas as instruções nele contidas. Primeiro de tudo digo que mesmo após a morte continuarei amando vocês, agradeço por tudo que fizeram por mim. Perdoe-me por não atender às suas expectativas, nunca foi minha intenção magoá-los. No meu funeral não que tenha lágrimas de tristeza saindo dos seus olhos, não quero um clima pesado onde nem o próprio Demo consiga habitar, não quero que tenha uma lápide no meu berço de morte. Quero que todos venham vestidos como estavam em casa, sem nenhum sapato ou calça social. Quero que todos venham sorrindo pois durante toda minha vida tentei repassar alegria e apagar a tristeza que naturalmente a própria vida já nos dá. Se existirem lágrimas quero que sejam de felicidade, pois o amigo que tantos os amou e deu tudo de si para fazer os outros feliz, acabou de partir para a lembrançade suas mentes.
No lugar de silêncio, quero que haja muita música (de bom gosto) e que haja muita farra, que tragam muita cerveja e muito vinho, pois uma alegria acabou de morrer e deve ser lembrada com muita festa e sorrisos. Quando chegar a hora de velar meu corpo, quero que todos meus amigos se reunam em meu redor e em voz bem alta diga o que os faz lembrar de mim. Não quero ser enterrado num cemitério sem graça e sem vida. Quero ser entregue ao léu do vento e que todos saibam aonde fui posto. Para que quando se sentirem tristes, lembrem-se que naquele lugar não tem nenhuma forma de tristeza, lá a alegria habita e o sorriso é o ingresso. Espero que meus últimos desejos sejam atendidos, pois assim poderei passar aos céus como é bom ser humano e sentir o calor dos amigos e da família.
William Tasca

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

A título de conhecimento

É difícil escolher um tema para começar a escrever qualquer coisa. Sem um assunto não se tem como desenvolver um lógica racional ou não de pensamento. Só para constar, o meu primeiro objetivo era ter um blog anônimo. Mas graças ao glorioso sistema não posso. Enfim para não dizerem por aí que não em apresentei sou um amante nato da música bem feita, dos textos bem escritos e das poesias bem lidas. Gosto da lógica mas tenho certeza que não é a explicação para tudo. Vivo entre dilemas e dúvidas. Sou um asno errante como todo ser humano, mas faço o possível para corrigir meus erros, mesmo que erroneamente. Com o tempo tenho certeza que posso aprender a escrever melhor, a ter mais experiências e a compreender coisas que não compreendo agora. Mas quem, afinal, sabe qual o futuro de uma vida? Até a próxima postagem.
William Tasca